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domingo, 9 de março de 2014

O encanto da Marujada



COMO SURGIU
      Em nossa região, mais precisamente em Bragança-Pá, a marujada surgiu em 1798, quando os Senhores brancos atenderam a um pedido dos escravos para organizarem uma irmandade e uma festa em louvor a São Benedito. Os escravos então agradeceram ao gesto dos Senhores indo dançar na frente de suas residências. Hoje a Marujada é uma das maiores festas culturais e religiosas da região bragantina realizada no mes de dezembro.
 Teatro da Marujada

TRAJES
      Saia bem rodada de cor vermelha, blusa de cambraia branca e uma faixa vermelha de gorgorão e acabamento com uma rosa. O chapéu é bem vistoso, confeccionado em  palha, forrado de tecido branco, com uma espécie de armação de arame onde ficam as flores feitas de penas de pato, brancas. Essas flores cobrem inteiramente o chapéu, com abas que pendem fitas largas, de cores diversas, bem compridas. A capitoa carrega um bastão dourado em suas mãos, simbolizando a sua autoridade e é escolhida pela sua idade. Os homens usam calça e camisa branca e chapéu de palha, as vezes revestidos de tecido branco.
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DESENVOLVIMENTO
      A Marujada é caracterizada pela dança. Não há palavras ou dramatização e o ritmo é o retumbão. A ‘’capitoa’ ’ direciona todo o desenvolvimento do grupo em duas filas, com passos curtos e ligeiros e muita disciplina.
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sábado, 1 de março de 2014

Carnaval no Brasil

O carnaval no Brasil é muito diversificado. Cada região tem sua forma de brincar, mas sempre com a mesma alegria. Isso é unânime entre os brasileiros. No Rio de Janeiro e São Paulo, a organização fica por conta das escolas de samba que levam as ruas os brincantes com suas fantasias e carros ricamente ornamentados. Desfilam diante de uma plateia de torcidas organizadas, o evento é de competição e isso faz com que cada apresentação seja um espetáculo à parte.
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Na Bahia, a festa é puxada por trios elétricos que arrastam milhões de pessoas organizadas por blocos. Seguem os trios com seus cantores e bandas e fazendo coreografias com muita animação. Em Pernambuco, além dos trios, os blocos levam enormes bonecos simbolizando personagens locais ou nacionais.
Imagem Google
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Já na região amazônica, a festa segue em ritmo das toadas dos bois. O ritmo é diversificado, como em todo o Brasil. Mas segue uma tradição de mistura de dança indígena típica da região. Então as coreografias seguem essa linha, que são as batidas do tambor.
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O carnaval é uma das maiores festas do Brasil. Em todas as regiões são organizados blocos, bailes de salão, desfiles de escolas de samba e a festa segue com 5 dias de muita alegria.

sábado, 23 de novembro de 2013

O encontro das águas

      O encontro das águas acontece entre os rios Negro e Solimões. O rio Negro tem uma côr escura, porem limpida. O rio Solimões tem a água barrenta e curiosamente correm lado a lado sem se misturar. Esse fenômeno acontece por conta da diferença de temperatura, a densidade da ãgua e a velocidade da correnteza também influencia,  essa diferença é observada na cidade de Manaus, tornando o local um posto turistico.
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      Assim como acontece em Manaus, acontece em frente a cidade de Santarém, no Pará, o encontro das águas do rio Amazonas e o rio Tapajós. O rio Amazonas com suas águas barrentas corre ao lado do rio Tapajós com sua água verde-azuladas e mansas. O fato ocorre pelos mesmos motivos dos rios Negro e Solimões que intriga e encanta os visitantes dos locais por ser um espetáculo lindíssimo de se ver.

sábado, 9 de novembro de 2013

O futuro dos Muçuãs

      O muçuã é uma espécie bem pequena da família quinosternídeos encontrados na água doce e originário de América do Norte, América Central e América do Sul. É comum encontrá-lo em Belém, no Esrado do Pará, mais predcisamente na Ilha do Marajó.
      Diferente das tartarugas em muitos aspectos, o muçuã mede em média 25 cm, as fêmeas reproduzem á partir de dois anos e oito meses e botam cerca de 2 a 3 ovos, o tempo de incubação destes são de quatro meses e meio até eclodirem. Com pouco mais de um ano é possível ver a diferenciação sexual. Ainda há poucos estudos sobre esse animal em seu habitat natural. Só são permitidos criá-los para fins de pesquisa ou conservação, a criação para o comércio é proibida embora seja comum encontrá-lo em restaurantes em Belém e sua venda no principal mercado da cidade, o Ver-o-peso, ou seja, eles vêm direto de seu habitat natural onde são capturados em grande quantidade, ali sua carne é muito apreciada, preparada no próprio casco tem um sabor suave, mas exótico. Isso no futuro pode ser fatal para acelerar a sua extinção.
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       Andréa Bezerra de Castro que se dedicou ao estudo da biologia do Muçuã, tem como objetivo contribuir para a sobrevivencia do animal na natureza, assim como também permitir que a cultura de saboreá-lo permaneça. Coletou informações no Museu Emílio Goeldi durante sete anos. A pesquisa foi defendida como dissertação de mestrado no programa de pós-graduação em Ciência Animal da UFPA. Sua orientadora da pesquisa Diva Anelie de Araujo Guimarães partilha da mesma idéia de que essa  pesquisa auxilie na elaboração de leis a fim de que se abra espaço para criatórios para produção e comercio.

Referências:
pt.wikipedia.org/wiki/Muçuã


 http://www.jornalbeiradorio.ufpa.br/novo/index.php/2006/41-edicao-39/479-concluido-estudo-inedito-sobre-biologia-do-mucua